Homeopatia   .   Currículo   .   Publicações   .   Notícias   .   Contato  
Notícias
17
mai
Lombalgia

Lombalgia é um quadro de dor em região lombar e em geral 5% da população, em um dado momento da vida, apresentará dor lombar e cerca 70% dos casos são recidiva de um problema lombar anterior.

Há diversas causas para a lombalgia. Frequentemente o problema é postural, isto é, causado por uma má posição ao se sentar, deitar, abaixar ou para carregar algum objeto pesado. Outras vezes pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, artrose e até mesmo causa emocional. A flacidez muscular e a falta de condicionamento físico também podem gerar dores fortes e transitórias.

Na maioria das vezes o diagnóstico é estabelecido através da anamnese detalhada e de um exame físico minucioso. Em caso de dúvida, o passo seguinte é o exame de imagem.

Durante as crises agudas ou na lombalgia crônica, a dor causa limitação na vida da pessoa, restringindo desde o trabalho, o lazer, as atividades diárias, o sono, a locomoção e até mesmo os cuidados pessoais. A limitação física e a mudança dos hábitos diários podem resultar em um sentimento de perda que impacta o humor e o estado mental.

Os tratamentos para lombalgia variam de acordo com as causas e o grau da condição clínica do paciente. Usualmente o tratamento inicial é conservador, utilizando-se repouso, medicação analgésica e anti-inflamatória, e fisioterapia focada para analgesia. Passada a fase aguda, sugere-se reforço muscular orientado, com o objetivo de se prevenir o avanço da degeneração discal e dividir a carga vertebral com a musculatura adjacente. Nos casos mais graves, e dependendo da patologia associada à lombalgia, cirurgias podem ser recomendadas.

A homeopatia é uma opção de tratamento tanto na fase aguda como na crônica. Seus medicamentos são capazes de melhorar a dor sozinhos ou associados aos analgésicos. Diversos pacientes com lombalgia crônica apresentaram redução de recidivas associando o tratamento homeopático ao reforço muscular (musculação, pilates ou RPG), demonstrando um sucesso terapêutico.

Camila Sollero e Fábio H Freitas